Bairro Floresta em Joinville (SC) recebe roda de conversa sobre os riscos do PL da Devastação

Por Repórter Popular – SC

No próximo sábado, 5 de julho, a Livraria de Bairro Ambiente Arejado, em parceria com o Coletivo Joinville Pelo Clima, promove uma roda de conversa aberta ao público sobre os impactos socioambientais do Projeto de Lei 2159/21, apelidado por ambientalistas de “PL da Devastação”.

O encontro tem como objetivo alertar e mobilizar a população sobre as ameaças representadas pelo projeto, que pretende flexibilizar o licenciamento ambiental no Brasil. Caso aprovado, o PL pode permitir a liberação de grandes obras com alto potencial de impacto, como hidrelétricas, ferrovias e atividades de mineração, sem a devida análise técnica, sem consulta às comunidades afetadas e sem garantias de preservação dos ecossistemas.

De acordo com os organizadores, a medida representa um risco direto à biodiversidade, à saúde pública e aos direitos dos povos tradicionais. Além disso, aumenta a vulnerabilidade da população brasileira frente a desastres ambientais, que têm se tornado cada vez mais frequentes e intensos em razão das mudanças climáticas.

A roda de conversa terá duração de 1h30 e contará com a presença de integrantes do Coletivo Joinville Pelo Clima, uma frente popular dedicada ao enfrentamento da crise climática, que articula ações locais de resistência e cuidado com o meio ambiente e os direitos humanos.

Mais do que uma discussão técnica, o evento se propõe a ser um momento de troca de saberes e construção de esperança coletiva. “Vem esperançar com a gente sobre um mundo possível, mais justo, igualitário e sustentável”, convida a organização.

Durante o encontro, os participantes também poderão conhecer o acervo da livraria, adquirir novos títulos e fortalecer a economia local baseada em princípios criativos e solidários.

Serviço:
 📅 Data: 05 de julho de 2025
🕙 Horário: 10h
📍 Local: Ambiente Arejado – Livraria de Bairro, Rua Guarujá, 736, Floresta, Joinville (SC)

“Juntos somos mares limpos, florestas em pé e comunidades resilientes diante da emergência climática e da omissão do Estado.”